Ensinamentos do livro “As 48 leis do poder”

Ensinamentos do livro “As 48 leis do poder”

O livro “As 48 Leis do Poder” de Robert Greene se tornou um verdadeiro best-seller entre os empreendedores que desejam aprender a conquistar e manter o poder no mercado. Um dos pontos mais positivos da obra é o de oferecer uma abordagem mais ampla da ideia de poder haja vista que para cada indivíduo pode ter um contorno distinto. Poder é de certa maneira algo abstrato, mas que movimento o mundo.

Os 7 principais ensinamentos do livro “As 48 leis do poder” de Robert Greene

Você já leu essa obra de Robert Greene? Independente da resposta vale a pena continuar a leitura do artigo e conferir os ensinamentos mais relevantes da obra que listei a seguir.

1 – Poder é ação

Para algumas pessoas pode ser um tanto chocante dar início a essa leitura porque Robert Greene usa uma estrutura de escrita que instiga o leitor a não ficar parado observando as oportunidades passarem diante dos seus olhos. Desde as primeiras páginas o autor conceitua o que é poder e porque é relevante buscar conquistá-lo a todo momento. É uma leitura que muda a percepção daquele que a lê.

2 – O jogo de não ter poder

O leitor mais atento perceberá que o autor cria uma espécie de jogo em que faz com que seja criado o incômodo da sensação de não ter poder diante de determinadas situações. Basicamente o que Greene deseja é despertar o desejo de poder naquele que o lê para que essa pessoa passe a perseguir a condição de ser poderoso.

3 – O poder faz parte da vida

Com uma abordagem semelhante a de Sun-Tzu em “A arte da guerra”, Greene, demonstra que o poder deve estar presente em nossas vidas até nas situações mais cotidianas. Não devemos nos tornar passivos diante do poder, mas sim usá-lo ativamente a todo momento. A partir do momento em que o poder se integra a natureza do indivíduo passa a ser uma de suas características.

4 – A estratégia do mecanismo justo

Greene ainda faz comentários a respeito do paradoxo que existe em lutar pelo poder tendo que tirar outras pessoas do jogo, mas sem deixar de seguir por um caminho civilizado. Uma passagem relevante é aquela em que ele traça um paralelo com os cortesãos que precisavam agradar a realeza por meio do uso de bajulações e joguetes que eliminassem os outros cortesãos, porém, sem perder o toque de delicadeza e extrema educação.

5 – Preservando o poder

No livro “As 48 leis do poder” o autor não fala somente de como conquistar o poder, mas também de como cuidar para não perdê-lo para quem também deseja obtê-lo. Greene destaca que não se deve perder a prudência e nem cultivar misericórdia para preservar a posição de destaque que foi galgada com grande dificuldade. Manter o poder é tão relevante quanto consegui-lo e sempre haverá outras pessoas na disputa.

6 – Não subestime ninguém

Um dos grandes erros que você pode cometer quando está em busca de poder é subestimar os seus oponentes. Esse conselho também faz parte da passagem focada em como preservar o poder. O autor nos faz entender que por mais que não estejamos esperando sempre pode acontecer da outra parte nos surpreender com uma repentina astúcia. Num mundo em que o poder é a moeda mais valiosa existente todo mundo tem potencial para se tornar saqueador.

7 – Aprenda a ter ações certas

As ações mais importantes de manter em sua caminhada em busca do poder são: avaliar, entender, planejar e disfarçar. Greene aponta essa necessidade de poder como algo que se faz essencial na vida dos indivíduos e por isso suscita o comportamento da eterna vigilância e da percepção do outro como uma ameaça que precisa ser devidamente neutralizada. A atenção é o que permitirá que você se mantenha como alguém com potencial para o poder.

Quem é Robert Greene?

O autor do livro “As 48 leis do poder”, Robert Greene, foi estudante da Universidade de Berkeley, Califórnia, Estados Unidos. Foi durante a sua graduação que ele iniciou o processo de estudo e entendimento do que é o poder e sua importância para mover as engrenagens do mundo. O trabalho do autor consistiu em fazer uma análise das visões divergentes a respeito de poder de maneira a compactá-las numa visão mais palpável.

Para chegar a uma resposta satisfatória do que é poder e assim conseguir conceituar, Greene, entrevistou muitas pessoas com destaque para algumas que têm o status de poderosas. Além de entrevistar personalidades poderosas atuais ele também buscou estudar mais profundamente perfis de grandes nomes da história como Napoleão Bonaparte. Foi um trabalho bastante criterioso e desenvolvido numa base sólida.

Gostou de conhecer mais sobre as principais lições que podem ser tiradas do livro de Robert Greene? Deixe seus comentários abaixo!

 

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