Veja neste Realease  porque o mentor de pequenas e médias empresas, Marcus Marques, defende o uso dos indicadores de desempenho

Veja neste Realease porque o mentor de pequenas e médias empresas, Marcus Marques, defende o uso dos indicadores de desempenho

Sua empresa está saudável? Essa é uma pergunta essencial para saber se o negócio está indo no caminho certo. No momento em que temos a consciência dos pontos que estão sendo benéficos e maléficos para a companhia, conseguimos tomar decisões antecipadas capazes de evitar problemas futuros. O indicador de desempenho, ferramenta gerencial que permite avaliar de forma facilitada os resultados obtidos e a efetividade das estratégias de gestão adotadas, auxilia nesta análise, tornando-se indispensável para o desenvolvimento organizacional.

Segundo Marcus Marques, mentor de pequenas e médias empresas, o principal fator que os empresários devem levar em conta no momento de implantar os indicadores de desempenho é a qualidade antes da quantidade. Como as equipes das PMEs são reduzidas, é inviável o acompanhamento das análises de todos os processos organizacionais. Portanto, para que as aplicações das ferramentas não fiquem apenas na teoria, o ideal é trabalhar com poucos indicadores, mas, que tenham representatividade para o negócio.

Para gerar receita, fluxo de caixa e satisfação tanto do cliente como dos funcionários, os empresários precisam reconhecer as áreas e processos essenciais do empreendimento.  Por exemplo, empresas de serviços precisam de feedback do consumidor, já em lojas de varejo um indicador fundamental é o ticket médio gasto por cada cliente.  A partir deste reconhecimento, de quais os processos e necessidades chave da empresa, é possível estabelecer indicadores que vão medir a eficiência e a qualidade”, afirma o mentor.

Ainda de acordo com Marques, a duração da implementação dos indicadores de desempenho também varia de negócio para negócio. “O tempo de implantação varia, pois, o indicador pode ser diário, mensal, trimestral ou por hora. Dessa forma, uma indústria pode ter um indicador de quantidade de produtos produzidos por uma determinada máquina por hora e uma faculdade pode ter um indicador semestral ou anual da satisfação de seus alunos”, explica Marques. 

Após a implantação de indicadores na organização, é importante prestar atenção na efetividade dos números gerados e acompanhados. Caso estas ferramentas gerenciais não estejam resultando em insights para melhorar os resultados dos processos do negócio, devem ser revistos. “Os empresários devem trabalhar com os seus gestores em constantes análises críticas da qualidade dos indicadores. Uma evidência que mostra se as ferramentas foram aplicadas de forma equivocada, é quando o acompanhamento dos indicadores não gera ideias relevantes capazes de auxiliar no crescimento das organizações”, revela o mentor.

Quanto a escolha dos melhores indicadores de desempenho para as pequenas e médias empresas, Marques recomenda o desenvolvimento de indicadores de produtividade, como por exemplo, a quantidade de ligações que um vendedor interno fez no dia.  A análise de resultado também deve ser aplicada, nas categorias de finanças, satisfação do cliente e colaborador. Esta verificação do volume de vendas, engajamento da equipe, margem de lucro e índice de reclamação dos consumidores são baseadas em pilares essenciais para a companhia: cliente, funcionário e lucratividade.

“Uma empresa sem indicadores de desempenho é como um navio que navega sem um mapa ou uma bússola. Provavelmente vai se perder à deriva. Portanto, indicadores são indispensáveis para quem deseja se tornar competitivo perante o mercado e devem ser discutidos continuamente para proporcionarem planos de ação e melhorias”, diz Marques.

Sobre Marcus Marques

Empreendedor, autor, publicitário com pós-graduação em Gestão de Pessoas, Psicologia Positiva e Coaching e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas – FGV e pela Ohio University. Possui formação e certificação multidisciplinar em PNL, Liderança, Marketing Digital, Empreendedorismo, Modelo de Gestão Disney, Perfis Comportamentais (DISC), Andragogia e Treinamento Comportamental. É mentor e coach de donos de pequenas e médias empresas e diretor-executivo do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, a maior empresa de Coaching & Desenvolvimento Humano do Brasil.

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